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Doe um livro no natal
O Conselho do Livro da Nova Zelândia fez uma criativa campanha em vídeo para promover a leitura no país.
Tem até blog a campanha vá lá.
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Chá de Semente de Sucupira
O Chá de Sucupira é indicado no tratamento de várias doenças como: Artrite, Bico de Papagaio, Hérnia de Disco, Artrose, Reumatismo, Úlceras, Dermatoses, Reumatismo Agudo, dentre outras. Conheça os Benefícios da Semente de Sucupira aqui.
O ator Juca de Oliveira ensinou para todos como fazer de forma rápida e prática o Chá de Sucupira, em uma entrevista ao Jô Soares, confira a receita do Chá de Sucupira do Juca de Oliveira logo abaixo.
Antes de tudo:
Para cada 4 sementes de sucupira reserve 1 litros de água. Nesta receita separe 12 sementes e 3 litros de água.
Modo de Preparo:
Primeiramente, quebre as sementes de sucupira em um pilão, até que a resina existente do meio da semente seja liberada. Utilize um caldeirão para ferver a água, na seqüência coloque as sementes já macetadas por apenas 1 minuto e meio e apague o fogo.
Tampe o caldeirão e deixe-o esfriar para então tomar o chá.
Utilização do Chá de Sucupira
Tome o chá como se fosse água mesmo, se possível um litro e meio durante o dia.
Vídeo Chá de Sucupira no Programa do Jô
http://www.mundodastribos.com/cha-de-semente-de-sucupira.html
Minha amiga detonou as articulações com muita ginástica, foi operada e nada curava ela, depois que ela fez esse chá, sarou.
O nome dela é Rejane Cabral e se quiser perguntar deixe o recado aqui que eu te dou o e-mail dela.
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Autoestima
“Então, se inclinou e disse: Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” (2 Samuel 9:8 ARA)
Esta frase foi proferida por Mefibosete, o filho esquecido de Jônatas, portanto neto de Saul. Aleijado, empobrecido, devastado. Autoestima que é bom, nada. Começa que seu nome significa ‘vergonha devastadora’. Vivia num lugar chamado Lo-Debar, que significa ’sem nenhum pasto’, ou seja, deserto.
Quantas vezes meu irmão, pessoas normais como eu e você, que usamos calça jeans e comemos feijão-com-arroz, nos sentimos devastadoramente envergonhados? Quantos desertos em nossas vidas tiveram e talvez ainda estejam sendo encarados? Tantas vezes a autoestima estava mais negativa que a conta bancária. Ao menos comigo, foram dias de dor e sofrimento, que pareciam não ter fim.
Mas, meu amado irmão, o Senhor manda um recado ao seu coração. Se há um Davi na Terra para restaurar sua dignidade, mudar sua vergonha em honra, mudar sua morada de Lo-Debar para Jerusalém (verso 13). Será hoje? Vai demorar? Haverá restauração de todas as coisas? Comeremos à mesa do Rei? EU NÃO SEI.
O que eu sei é que há um tempo no qual o sofrimento acaba e o Senhor providencia um restaurador. Para tanto, é preciso suportar o sofrimento tal como Jesus suportou a tentação, a fome e a sede no deserto. Depois do deserto vem a terra prometida. Mefibosete esperou, talvez agoniando, talvez impaciente, talvez até pecando. Mas esperou e o seu dia chegou.
É preciso crer. Se nossa esperança em Cristo for somente para esta vida somos uns miseráveis (1Co 15:19). Creia, porque no pior caso (se é que podemos chamar de pior) passaremos por esta terra com dificuldades e estaremos na glória eterna assentados ao lado do Rei. Nossa restauração em Jesus Cristo de Nazaré é assegurada por promessa de um Deus que não pode mentir. Aleluia! Pode ser que Ele seja nosso Davi, e sinceramente acho que isso já valeria a pena.
Ainda assim, se houver restauração nesta vida será ainda melhor. Isso é compatível com a Palavra de Deus, portanto podemos esperar e crer.
“Pai, muito obrigado porque os sofrimentos daqui não se comparam ao que me espera na eternidade. Ensina-me a ter paciência e esperar meu resgate do deserto, pois eu entendo que o deserto pode ser necessário.”
Mário Fernandez
http://www.ichtus.com.br/dev/
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Comunhões e batismos online: bem-vindo às igrejas na internet
Paula Gil.
San Francisco (EUA), 3 dez (EFE).- Fatos como estar viajando ou longe da paróquia serviam de desculpas para não ir à missa, mas os membros de igrejas americanas protestantes como a Granger Comunity Church e a Flamingo Road vão precisar buscar outros pretextos, porque estes já não valem mais.
Nestas congregações, muitos serviços religiosos já são oferecidos pela internet, com fiéis comungando com seu próprio pão e vinho a partir de casa, frequentemente, a milhares de quilômetros de distância uns dos outros.
Apesar das reservas que o assunto gera entre os cristãos tradicionais, as igrejas na internet configuram um fenômeno cada vez mais popular nos EUA e uma forma de trazer para os templos os jovens, acostumados a ficar horas em redes sociais.
Organização como a Leadership Network, que estuda e promove a inovação dentro da Igreja, assinala que há pelo menos 40 congregações religiosas de fé protestantes conhecidas como "campus interativos online". As que já oferecem os serviços afirmam que recebem pedidos de outros pastores querendo adotar iniciativas similares.
A oferta vai além de simplesmente transmitir o sermão dominical por meio de câmera web e criar fóruns de fiéis.
Os portais são completamente interativos, com um pastor dedicado totalmente aos seguidores na rede, no chat ao vivo, e funções adicionais como comungar à distância ou confessar os pecados por meio de um software.
Algumas congregações como a Flamingo Road Church, na Flórida, realizam inclusive batismos na rede. Todas têm grande presença em redes sociais como Facebook, onde contam com grupos de apoio, e dispõem de inúmeros voluntários que, entre outras atividades, controlam para que os conteúdos dos chats e dos fóruns sejam adequados.
LifeChurch.tv, veterana do ramo com 60 mil visitantes por semana, transmite para 140 países, mas não deixa de buscar novos fiéis.
Para captar novos fiéis, a congregação compra publicidade contextual no Google. Cada vez que os internautas digitam termos como "sexo" ou "mulheres nuas" surge na tela uma opção convidando o usuário para entrar em sites religiosos em vez de pecar.
Grande parte da popularidade conquistada pelas igrejas se deve aos jovens ou aqueles que por motivos trabalhistas viajam com frequência e nem sempre podem assistir à missa na paróquia habitual.
Flamingo Road Church, cujo campus na internet reúne a cada final de semana 2,3 mil pessoas, começou a oferecer os serviços em 2007 como uma maneira de expandir internacionalmente o tamanho de sua paróquia.
"Vimos o campus na internet como uma oportunidade de alcançar fiéis em todo mundo, para levar a experiência completa da igreja a pessoas que de outra maneira não conseguiriam ou são reticentes de assistir aos serviços em um prédio físico", disse à Efe, Troy Gramling, pastor de Flamingo Road.
"Pode ser que não estejamos fisicamente com eles, mas vamos dirigir o amar com o coração de Cristo onde quer que as pessoas estejam conectadas com Deus online", assinalou.
Para outros membros de diferentes igrejas protestantes dos Estados Unidos, no entanto, esta experiência é deturpada demais e inclusive membros de congregações com serviços na internet discordam sobre até onde se pode chegar com isso.
Gramling diz que os contatos na internet não podem substituir os do mundo real, mas acredita que uma experiência cristã real não precisa ocorrer sempre em um espaço físico.
"Milhões de pessoas experimentam diariamente conexões autênticas por meio de páginas como Facebook", disse.
"Acreditamos que a linha entre os amigos de alguém na internet ou na cafeteria da esquina é superficial".
"E quando a interação física é impossível devido à saúde, à distância ou por outra circunstância, por que não oferecer um encontro virtual que permita ao corpo de Cristo crescer", acrescentou. EFE
Yahoo!
Comunhão requer relacionamento, convivência, amizade...
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Segundo a ONG Plane Stupid (um trocadilho com “plane”, “avião”, e “plain stupid”, “completo idiota”), um voo regular na Europa produz 400 quilos de gases de efeito estufa por passageiro, o equivalente ao peso de um urso-polar.
Daí a ideia da última campanha da ONG, um vídeo que mostra uma chuva de ursos-polares. A campanha foi vista 500 mil vezes.
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Psicólogos tentam descobrir por que repetimos as mesmas histórias
Por Benedict Carey
The New York Times
Se amigo é quem ri das nossas histórias, amigo de verdade é quem ouve nossas histórias várias vezes sem reclamar. Porém, qualquer pessoa que ofegue de alegria ao ouvir uma história pela terceira vez está fingindo. Ou é um parente: algum pobre sobrinho Will ou tia Emily, sentado e prisioneiro da mesa da ceia do Natal, sendo educado, talvez disfarçando o horror de ver que a vida às vezes fica presa a círculos infindáveis onde a piada nunca muda.
Não é um medo inteiramente irracional, segundo uma nova pesquisa publicada no jornal Psychological Science.
"Vemos pessoas de todas as idades, não apenas idosos, dizendo: 'Você já ouviu essa?'", disse Nigel Gopie, pós-doutorando do Instituto de Pesquisa Rotman, em Toronto, autor de um artigo sobre lapsos de memória, publicado na edição atual do jornal. "Muitas vezes, temos problemas em lembrar para quem contamos as coisas, e claramente isso começa já cedo".
Em seu longo estudo sobre a memória, psicólogos fizeram distinções importantes entre as variedades de curto prazo e longo prazo. Eles documentaram diferenças cruciais entre as memórias explícitas, como faces e vocabulário, e as implícitas, como habilidades para dirigir um carro. Eles publicaram centenas de estudos sobre a memória autobiográfica, falsas memórias e a chamada memória da fonte – a capacidade de relembrar onde um fato foi aprendido, seja no rádio, em um livro, através de um colega de trabalho ou fofocas da vizinhança.
Mesmo assim, eles prestaram pouca atenção (se é que prestaram alguma atenção) ao que Gopie e seu coautor, Colin M. MacLeod, da University of Waterloo, chamam de memória de destinatário: ou seja, em que ouvidos nossa informação foi parar. Embora a fonte da informação lembrada possa ser extremamente importante (Eu li aquilo em um jornal satírico ou em um veículo respeitado?), seu destinatário também é. Nossas histórias, piadas e fofocas constituem uma parte importante da nossa identidade social, afirmam psicólogos. Repetir-nos não é apenas embaraçoso; pode ser prejudicial para diplomatas, mentirosos ou qualquer pessoa que está tentando guardar segredos, pessoais ou profissionais.
"Acho que as pessoas simplesmente têm muito mais prática em monitorar as fontes da informação, perguntando a si mesmo e aos outros 'De onde vem essa informação?'", disse Morris Moscovitch, psicólogo da Universidade de Toronto. "É raro obter qualquer feedback sobre a quem contamos a coisas".
A principal descoberta de Gopie e MacLeod – que a memória de destinatário é um experimento relativamente fraco – ajuda a explicar vários tipos de interação social vergonhosa e irritante. Em um experimento, eles fizeram com que 60 estudantes da University of Waterloo associassem 50 fatos aleatórios (o coração do camarão fica na cabeça; 8% dos homens são daltônicos) com os rostos de 50 pessoas famosas, como Madonna, Wayne Gretzky e Oprah Winfrey. Metade dos alunos "contou" cada fato a uma dessas pessoas famosas, lendo-o alto quando a imagem da celebridade aparecia em uma tela de computador. A outra metade leu cada fato em silêncio e viu uma celebridade diferente alguns momentos depois.
Os estudantes realizaram, então, um teste de memória. Eles escolheram entre os pares rosto-fato: aqueles que eles lembraram por ter aprendido um fato, e aqueles que eles lembraram por ter lido alto um fato na primeira fase do estudo. Os estudantes que simularam contar um fato tiveram um desempenho 16% pior no teste do que os alunos que receberam fatos enquanto viam os rostos das celebridades. Os autores do estudo concluíram que a informação que saía "estava menos integrada ao contexto ambiental – por exemplo, a pessoa – do que a informação que entrava".
Isso faz sentido, afirmam psicólogos, devido ao que se sabe sobre a atenção: ou seja, que ela é finita. Uma pessoa que transmite uma informação, até mesmo fatos triviais, irá dedicar alguns recursos mentais para monitorar o que está sendo dito. A auto-absorção também é um fator. Em outro estudo, Gopie e MacLeod repetiram o exercício rosto famoso-fato, com uma grande diferença. Dessa vez, os fatos que os estudantes simulavam contar às celebridades eram pessoais ("Meu signo é Peixes"). O resultado: sua memória de destinatário piorou significativamente.
"A situação pode ser inteiramente revertida para informações pessoais altamente emocionais", como ansiedades pessoais devastadoras, disse Gopie. "Ou seja, as pessoas, nesses casos, estão muito conscientes do que disseram a quem. Só não sabemos ainda".
Os resultados sugerem, no entanto, que histórias muito complexas e cheias de detalhes de algumas pessoas – as que nos distraem mais quando contamos – têm maior risco de encontrar um destinatário que vira os olhos e diz: "Já sei, já sei, você já me contou essa".
A tendência de bloquear a quem contamos as coisas pode, na verdade, refletir o trabalho de uma memória saudável. Psicólogos descobriram evidência de que, quando as pessoas alteram uma senha ou mudam o número de telefone de um amigo na agenda, o cérebro ativamente suprime os números obsoletos. Os dígitos antigos são uma memória concorrente, e potencialmente podem nos confundir.
Histórias repetidas não são sempre embaraçosas ou socialmente redundantes. Se são repetidas vezes suficientes, se tornam um ritual, ou, com o passar do tempo, história oral, sugere Gobie. Mesmo assim, é dizendo que as pessoas que investem mais em quem ouve – vendedores, lobistas – muitas vezes lembram a si mesmas sobre a quem estão se dirigindo: "Eu já lhe contei, Gail, sobre o preço especial que temos para as impressoras de laser?" Isso pode parecer bajulação, mas também pode ser uma forma de manter o registro de para onde vai a informação.
É exatamente isso o que os dois pesquisadores descobriram no experimento final relatado em seu artigo. Dizer o nome do destinatário ("Oprah Winfrey, o Serviço Postal dos Estados Unidos lida com 40% de todo o volume de correspondência do mundo!) aumentou a precisão da memória de destinatário.
Pesquisadores afirmam que se a memória de destinatário se mostrar significativamente mais fraca em estudos mais aprofundados, o próximo passo será encontrar quando os riscos de tais lapsos são mais altos e em que indivíduos. Uma melhor compreensão sobre a memória de destinatário poderia ajudar médicos a detectar problemas de memória associados ao envelhecimento mais cedo, por exemplo. Também pode ser relevante para alguns modelos sobre o funcionamento da memória.
Nada disso vai salvar o contador de histórias do Natal, avisado, no meio de uma história repetida, que aquela já foi contada. A não ser que ele ou ela possa reformular a história no meio e transmiti-la como história oral.
Tradução: Gabriela d'Avila
Uol - via @dadoutora
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Tênue linha entre o virtual e o real
Delicate Boundaries from csugrue on Vimeo.
Uma obra de arte interativa, que permite que os espaços dentro de nossos dispositivos digitais se movam para o mundo físico.
Pequenos bugs feitos de luz, rastejam para fora da tela do computador para o corpo humano dos que fazem contato com eles.
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Jovens criam material biodegradável para substituir isopor
Washington, 2 dez (EFE).- O poliestireno, mais conhecido em sua forma expandida como o popular isopor, conta agora com a concorrência de um novo material biodegradável inventado por dois jovens em Nova York.
Composto por raízes de fungos e resíduos agrícolas, este novo material pode ser moldado em qualquer forma, tem baixo custo de produção e pode ser reutilizado ou aplicado como fertilizante, disse à Agência Efe Eben Bayer, um dos dois inventores do "EcoCradle".
O poliestireno é um material não reciclável ou degradável, derivado do petróleo e cujos principais consumidores são China e Europa. Sua produção mundial chega a 35 milhões de toneladas anuais. Mais de 70% dessa carga é usada na construção civil.
Os maiores participantes globais do mercado do poliestireno são Dow Chemical, Totalfina Elf, BASF, Nova Innovene, Chevron Philips, PS Japan, Ineos Styrenics e Polimeri Europa.
O desafio a esta indústria multimilionária vem da ideia de Bayer e Gavin McIntyre, ambos graduados pelo instituto politécnico Rensselaer, em Nova York. A dupla já tem 100 mil unidades do "EcoCradle" encomendadas para 2010.
"Empregamos produtos derivados ou desprezados da agricultura que sequer servem para a alimentação dos animais", disse Bayer à Efe em uma conversa por telefone.
Segundo ele, "o que produzimos é um material alternativo ao poliestireno, que tem o mesmo desempenho físico, mas é degradável no meio ambiente, ou pode ser reciclado".
O composto é feito com pequenas raízes de fungos chamados micélio e resíduos agrícolas como a casca de arroz, trigo ou sementes do algodão.
Bayer cresceu em uma fazenda do estado americano de Vermont onde ele e seu pai colhiam fungos silvestres. Durante sua adolescência, passou a reparar que as raízes dos fungos aglomeram pedaços de folhas e madeira, e se perguntou se isso poderia ter alguma aplicação útil.
McIntyre achou a ideia interessante e os dois começaram a testa diferentes tipos de fungos até determinar quais possuem as raízes mais fortes.
Depois, testaram essas raízes com diferentes produtos residuais. Em poucos dias, descobriram que as pequenas raízes dos fungos se transformavam em uma massa densa de fibras que dão ao composto um sustento estrutural.
Bayer e McIntyre abriram sua empresa, a Ecovative, com pouco mais do que uma boa ideia. Agora, já patentearam o produto em 30 países e receberam apoio da Agência de Proteção Ambiental, do Departamento de Agricultura e da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos
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Solidão pode ser contagiosa

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WASHINGTON, EUA (AFP) - A solidão pode ser contagiosa, e se transmite num grupo social, como um resfriado, afirma um estudo americano revelado nesta terça-feira. O texto destaca que, gradativamente, as pessoas nessa situação acabam se afastando dos seus círculos sociais.
De acordo com as informações, os solitários chegavam a infectar as pessoas à sua volta. Os cientistas chegaram à conclusão de que a solidão teria se espalhado, mesmo, entre vizinhos que eram amigos próximos.
"Detectamos um modelo extraordinário de contágio que leva as pessoas a se isolarem quando se sentem sós", explicou o psicólogo John Cacioppo, da Universidade de Chicago, principal autor do estudo publicado no "Journal of Personality and Social Psychology".
"Uma vez na periferia de círculos sociais, têm ainda menos amigos e sua solidão lhes faz perder o pouco dos laços que ainda lhes restam", prossegue.
O estudo financiado por recursos federais do Instituto Nacional do Envelhecimento foi feito, inicialmente com 5.124 pessoas, ouvidas num período de dois a quatro anos. Em 10 anos, a pesquisa se expandiu, para incluir cerca de 12 mil pessoas, filhos e netos do grupo original e outras mais.
Segundo John Cacioppo, foi constatado um padrão extraordinário de contágio, que leva as pessoas à fronteira da rede social quando ficam solitárias. Na periferia da rede social as pessoas têm menos amigos, e a solidão ainda as leva a perder os poucos laços que ainda possuem.
Essas pessoas, já na periferia das redes de contato social, transmitem sentimentos de solidão para os amigos que restaram, que também se transformam em solitários.
A pesquisa mostrou que, quando as pessoas ficam solitárias, passam a confiar menos nas outras e dão início a um ciclo que torna ainda mais difícil aamizade.
O estudo foi elaborado por três universidades dos Estados Unidos: a da Califórnia San Diego, a de Chicago, além de Harvard.
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Menke Arndt-zumbragel: bicicleta Woodway
Menke Arndt Berlim Zumbragel designer é o criador desta
bicicleta única feita com madeira.
O projeto começou por investigar o uso da madeira como material de construção, focando a atenção para as suas considerações específicas.
O resultado é uma bike totalmente funcional com um quadro que pesa 2,3 kg. com algumas peças de metal especial e cuidadosamente construída com peças de madeira, Arndt criou uma bike que combina novos e antigos conceitos juntos em um único pacote.
Não deixe de verificar o detalhe madeira curvada sobre o apoio traseiro.
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Apenas dois filtros solares passam em teste
Cinco das dez principais marcas de protetor solar em loção vendidas no País não são resistentes à radiação, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste). Os produtos, entre eles Nivea e Sundown, perdem até 50% do FPS (fator de proteção aos raios UVB, responsáveis pelo câncer de pele) quando expostos a uma hora de sol. Na avaliação global, oito marcas das dez analisadas foram reprovadas por também não resistir à água ou não bloquear raios UVA, ligados ao envelhecimento da pele.
Apenas os protetores L'Oréal Solar Expertise e o Cenoura & Bronze foram aprovados. A avaliação global dos produtos é uma média das notas em cada um dos quesitos. O FPS é responsável por bloquear os raios UVB, que são mais fortes entre 10 horas e 16 horas, período não recomendado para exposição prolongada ao sol. São os principais responsáveis por câncer de pele, queimaduras e vermelhidão.
No teste de fotoinstabilidade, o FPS dos produtos foi medido antes e depois da exposição a uma temperatura de 40ºC. As marcas Avon, La Roche-Posay, Nivea, Banana Boat e Sundown foram reprovadas. Alguns produtos, como o da Nívea, perderam 50% do seu FPS. Todos os protetores analisados são de fator 30. Após uma hora de uso, eles caíam para FPS 15. "O segundo pior foi o La Roche Posay, que manteve só 62% de sua proteção indicada no rótulo", afirma Marina Jakubowski, química da Pro Teste.
Isso não quer dizer que os produtos não oferecem proteção aos raios UVB, explica a pesquisadora, e sim que têm pouca resistência à luz e ao calor. Além de instável à exposição solar, o Coppertone declarou um fator de proteção (30), maior do que o medido (25). Todos as embalagens mencionavam resistência à água, mas após imersão de meia hora, a proteção do produto da Natura caiu para 30% do FPS inicial, por exemplo. O Sundown caiu para 55%. Para o especialista em foto proteção e professor da Faculdade de Medicina da USP, Sérgio Schalka, a diminuição do FPS é natural. "Mesmo os produtos que se declaram resistentes à água perdem, após 40 minutos de imersão na água até 50% do FPS."
As oito marcas de protetor solar avaliadas pela Pro Teste discordaram do resultado da pesquisa e informaram que seus produtos foram submetidos a testes científicos, aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e liberados para o comércio. Todas as empresas afirmaram que não tinham conhecimento do estudo. A L"Oréal Brasil, que representa a La Roche-Posay disse que desconhece qual "a instituição que realizou os testes" e os critérios utilizados.
A Nivea Brasil, fabricante do Nivea Sun Loção Solar Protetora informou que, como não teve acesso ao estudo, "não pode avaliar, em profundidade, detalhes sobre a metodologia e resultado do mesmo". Destacou ainda que todos os produtos da empresa são desenvolvidos sob protocolos globais de qualidade e que a loção solar protetora FPS 30 atende às exigências dos órgãos regulamentadores.
A assessoria de imprensa da Johnson & Johnson, que representa a marca Sundown, divulgou que só tomou conhecimento da análise da Pro Teste na tarde de ontem. A empresa ainda afirma que "estranha os métodos utilizados" e que usa, na formulação do protetor, uma combinação de filtros que garante a proteção UVA/UVB.
Metodologia
A Natura, que teve seu produto avaliado como ruim na proteção aos raios UVA, afirmou que a análise da Pro Teste difere da adotada pela Natura. E que tecnicamente não é possível compará-los, "pois fazem uso de metodologias e controles diferentes". O Estado não localizou o representante da Sun Pharmaceuticals, fabricante da marca Banana Boat. Valdir Oliveira, gerente de vendas da Arcom S/A, importadora oficial do Banana Boat Bloqueador Solar Ultra, afirmou que neste ano a empresa não comprou a linha analisada.
A Mantecorp, fabricante do Episol Loção Oil Free e do Coppertone, disse que seus produtos seguem padrões de qualidade nacionais e internacionais. a Avon, do produto Avon Sun, divulgou que a Anvisa não obriga "mencionar na rotulagem a indicação do fator de proteção UVA". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Garrafa que filtra água da torneira

A garrafa d’água 321 Water tem filtro integrado e basta colocar água para ela começar a filtrar. Ela pode ser utilizada quantas vezes você precisar, e seu nome vem da quantidade de água necessária para produzir um litro de água potável, 3 para 1.
Esta garrafa foi vencedora do público no prêmio New Inventors da ABC Austrália. A inventora é a holandesa Gretha Oost, que atualmente mora em Melbourne. Saiba mais na 321 Water.
Via Red Ferret.
viaYahoo!
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Gluteoplastia mata ex-Miss Argentina

A moça da foto é Solange Magnano, a Miss Argentina 1994, que morreu depois de submeter-se a uma cirurgia estética nos glúteos numa clínica de Buenos Aires, foi enterrada nesta segunda-feira em Santa Fé. Ela teve uma embolia pulmonar causada, aparentemente, por injeções de metacrilato na região glútea para combater a celulite.
O procedimento foi realizado num centro de medicina estética da Dra. Mónica Portnoy, em Buenos Aires. Solange entrou na sala de cirurgia com a informação de que o tratamento não tinha nenhum risco. Mas durante a cirurgia ela começou a passar mal e foi levada a mais de um hospital com um quadro agudo de insuficiência respiratória. Horas depois estava morta.
O médico Jorge Pedro, especialista em cirurgía plástica, declarou a uma agência de noticias que o metalcrilato é uma substância que "se utiliza em pequenas quantidades para dar volume aos lábios. Para injetar essa substância no glúteo devem haver utilizado uma quantidade enorme".
Solange tinha 38 anos e era mãe de gêmeos de 8 anos de idade.
Conexão América
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Equilibrando sua Vida
Por Rick Warren
A Lei do Equilíbrio está estabelecida em nosso universo. Para que tudo funcione adequadamente é preciso que haja equilíbrio. Por exemplo:
A Terra não vibra enquanto realiza sua rotação porque permanece equilibrada em seu eixo. Nós não nos congelamos nem somos consumidos pelo calor porque ficamos a uma distância adequada do Sol.
A Natureza existe em ecossistemas equilibrados. Deus colocou restrições e equilíbrio na Natureza para manter a “cadeia alimentar” de animais e plantas na necessária ordem.
Em arquitetura, os vários pontos de estresse de um edifício precisam ser equilibrados para que não entre em colapso.
O corpo humano funciona melhor quando seus sistemas estão equilibrados. O desequilíbrio é chamado de doença e sua restauração de cura.
Um dos problemas mais comuns que vejo no ambiente de trabalho é que as pessoas estão com suas vidas em desequilíbrio. É uma doença com muitos sintomas, mas uma mesma causa. Você pode entrar em desequilíbrio por qualquer coisa, em excesso ou de menos, seja trabalhar, comer, dormir, distrair-se, ver televisão, usar Internet, praticar sexo, etc..
Muitas pessoas tendem a dar muita atenção à sua vida pública, negligenciando a esfera privada. Como fotografias de má qualidade, elas são superexpostas e a revelação fica incompleta. Os resultados do desequilíbrio sempre são os mesmos: frustração e cansaço. Quais pneus mal balanceados que se gastam rapidamente, desequilíbrio não corrigido acaba por levar à exaustão.
Anos atrás o Dr. Charles Garfield conduziu um estudo notável sobre “Grandes Realizadores” , indivíduos que ele identificou como líderes reconhecidos em suas respectivas áreas. Um traço comum aos grandes realizadores, segundo ele, ao contrário do mito popular, é que eles eram indivíduos bem equilibrados e não viciados em trabalho.
A pessoa mais equilibrada que já viveu foi Jesus Cristo. A Bíblia diz que Ele “cresceu intelectual, física, espiritual e socialmente” (Lucas 2.52). Como você se classificaria em relação a estas quatro categorias de crescimento e comportamento? Existe equilíbrio em sua vida ou você tem negligenciado uma ou mais destas áreas importantes? Permita que eu o estimule a fazer um exame pessoal minucioso esta semana, fazendo a si mesmo estas perguntas:
Estou mentalmente mais perspicaz que cinco anos atrás? Por que? Se não, vou fazer algo a este respeito? Estou sempre me queixando de cansaço ou problemas de saúde? Se sim, que planos tenho para mudar isso?
Estou desenvolvendo o lado espiritual de minha vida?
O que estou fazendo para melhor compreender Deus e Seu propósito para minha vida?
Estou cultivando relacionamentos importantes, onde dou e recebo apoio? Quem pode contar comigo como verdadeiro amigo?
Equilibando sua Vida
Por Rick Warren
Maná da Segunda clique aqui para assinar
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Projeto do MIT testa perna biônica controlada por Bluetooth
Prótese pode permitir que deficientes levem uma vida normal.
Por Matheus Gonçalves
O professor Hugh Herr, amputado das duas pernas, desenvolveu e testou uma prótese que está sendo considerada a mais avançada já construída. Além de ser tão eficiente quanto pernas biológicas, a prótese poderá no futuro ser ajustada a partir de um aplicativo do iPhone.
Segundo a página de Ciência do site The Register , as pernas funcionam com baterias de lítio-íon e podem ser configuradas para aumentar sua performance em saltos e em corridas.
Herr, que leciona biomecatrônica no MIT , perdeu as duas pernas por causa do gelo em uma expedição de alpinismo em 1982, quando tinha apenas 17 anos.
Depois disso, dedicou boa parte do seu tempo buscando criar a prótese ideal, tendo desenvolvido toda uma gama de diferentes pernas cibernéticas.
“O fato de não ter os membros inferiores é uma oportunidade”, diz ele. “Entre o que sobrou da minha perna e o chão, eu posso criar qualquer coisa que eu quiser. Os únicos limites são as leis da física e da minha imaginação.” – disse Herr.
À revista eletrônica Forbes.com , o professor declarou “que não existem pessoas com deficiência, apenas tecnologias deficientes”.
Herr também desenvolveu diversos acessórios para as pernas biônicas, dando às próteses habilidades como aumentar o tamanho da pessoa, garras para escaladas em penhascos de gelo, ou molas feitas em fibra de carbono para corridas.
Mas a obra prima do professor é a PowerFoot, que é uma prótese capaz de empurrar o corpo como fazem os pés naturais ao executarem um passo normal. Existem sensores que permitem que a perna sinta o que está acontecendo, fazendo ela apontar os pés para baixo quando a pessoa está descendo uma escada, por exemplo, ou se desligar quando percebe que o usuário cruzou as pernas.
O modelo PowerFoot pode ser ajustado para aumentar a eficiência ao correr, a partir de um telefone celular que tenha Bluetooth.
Herr promete a criação de um aplicativo do iPhone para facilitar esse processo em um futuro próximo.
Yahoo!
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O bilionário da causa ambiental
Em nome da ecologia, David de Rothschild vai cruzar o Pacífico num barco de garrafas plásticas
Adriana Prado

AVENTURA Ele irá dos EUA à Austrália
Bonito, inteligente e rico, ou melhor, bilionário, David de Rothschild é também chamado de maluco. Herdeiro de um dos maiores bancos da Europa (que leva seu sobrenome), esse britânico de 31 anos é famoso não só pelo título de solteiro cobiçado, mas por suas arriscadas aventuras ecológicas. Já se embrenhou na Amazônia, navegou pelo Polo Norte e, agora, pretende atravessar o oceano Pacífico em um barco de plástico reciclado. Batizado de Plastiki, o catamarã está sendo construído em São Francisco, nos Estados Unidos, e deve começar em dezembro a travessia que vai durar aproximadamente três meses - até Sydney, na Austrália.
Serão cerca de 20 mil quilômetros. O objetivo é totalmente ecológico: incentivar novos usos para esse material poluente. A rota prevê uma passada pelo Giro do Pacífico Norte, uma zona de convergência de correntes que virou um imenso lixão flutuante - principalmente de plástico. Mas é justamente por ser uma novidade que a embarcação representa um risco: ela pode não suportar as condições do mar e do clima, o que geraria um efeito contrário ao desejado. Sujaria ainda mais a água com as mais de 12 mil garrafas PET usadas na construção. Sem contar o risco de vida. Daí Rothschild ser também chamado de maluco.
OBRA Doze mil garrafas PET serão usadas na construção do catamarã
Embora ele não revele o valor gasto na empreitada, sabe-se que custou milhões. O dinheiro, garante, veio de patrocinadores, não da fortuna de sua família. O estilo de vida de seus parentes é, ao contrário, alvo de críticas. "Eu poderia fazer o que meu primo Nat (um playboy) faz e dar festas num iate. Poderia reunir figurões num fundo de investimentos e fortalecer um sistema que acredito estar destruindo nosso planeta, mas eu não faço isso", justificou ao jornal britânico "The Guardian". Sua ideia de construir um barco de plástico surgiu, de estalo, ao ver uma garrafa. "Eu pensei: 'É isso. Um barco feito de garrafas!'", conta. Três anos de trabalho depois, conseguiu chegar a um modelo de navegação que parece viável.
Os dois cascos do catamarã foram preenchidos com garrafas "pressurizadas". Quando se coloca gelo seco numa garrafa de plástico, ele vira um gás que se expande e torna a embalagem tão dura quanto pedra. O resto da embarcação de 60 pés (ou 18 metros) também foi feito de plástico reciclado. Agora, é torcer para a aventura ser bem-sucedida.
via @valetec Isto é Terra
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SAPATOS SUJOS ...
Texto de MIA COUTO, escritor moçambicano
O escritor moçambicano Mia Couto, também licenciado em Medicina e Biologia, fez uma oração de sapiência, no dia 7 de Março, na abertura do ano letivo do Instituto Superior de Ciências e Tecnologia de Moçambique.
Partes dessa oração foram publicados no “Courrier Internacional” de 2 de Abril.
Destacamos... “Os Sete Sapatos Sujos”:
Não podemos entrar na modernidade com o atual fardo de preconceitos.
À porta da modernidade precisamos de nos descalçar.
Eu contei “Sete Sapatos Sujos” que necessitamos deixar na soleira da porta dos tempos novos.
Haverá muitos. Mas eu tinha que escolher e sete é um número perfeito:
Primeiro Sapato
A idéia de que os culpados são sempre os outros.
Segundo Sapato
A idéia de que o sucesso não nasce do trabalho.
Terceiro Sapato
O preconceito de que quem critica é um inimigo.
Quarto Sapato
A idéia de que mudar as palavras muda a realidade.
Quinto Sapato
A vergonha de ser pobre e o culto das aparências.
Sexto Sapato
A passividade perante a injustiça .
Sétimo Sapato
A idéia de que, para sermos modernos, temos que imitar os outros.
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Estilo de vida ocidental não é sustentável, adverte especialista
O estilo de vida do Ocidente não é sustentável com o tempo e tem que mudar radicalmente, segundo Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês).
"O nível de consumo e o desejo de consumir das pessoas alcançaram proporções exageradas", afirma Pachauri, em declarações ao dominical britânico "The Observer".
O cientista indiano propõe, entre outros, que os hotéis controlem o uso de eletricidade de seus clientes, sejam elevados substancialmente os impostos à aviação ou se limite o uso do gelo na água oferecida nos restaurantes.
"Não vejo por que os hotéis não deveriam ter um contador em cada quarto para medir a energia utilizada por cada cliente no banho ou no sistema de calefação ou ar condicionado, e cobrar depois por ela", explica Pachauri.
O especialista quer também que os Governos utilizem os impostos ao setor aéreo para subsidiar outras formas de transporte menos poluentes.
"Deveria haver uma grande diferença entre o custo de voar e o de viajar de trem", afirma Pachauri, segundo o qual as pessoas insistem em continuar voando, apesar de, muitas vezes, uma viagem de trem ser tão rápida e confortável.
Além disso, deveriam ser tomadas medidas para limitar o uso do automóvel, em forma de impostos especiais aos veículos mais poluentes.
Pachauri causou polêmica no ano passado ao propor que as pessoas comam menos carne devido às emissões de metano e de outros gases do efeito estufa associadas à pecuária.
Segundo o cientista indiano, principalmente os jovens serão responsáveis por liderar a mudança necessária, já que "são muito mais receptivos que os adultos, que estão corrompidos" pelo velho estilo de vida. EFE
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Seca dos rios atinge mais de 10 mil pessoas no Amazonas
Estiagem causa mortandade de peixes no AM
Foto: Arnoldo Santos/Especial para Terra
A vazante dos rios e a falta de chuvas estão causando prejuízos e deixando isoladas cerca de 10,5 mil pessoas em comunidades de pelo menos quatro municípios do Amazonas. Agricultura e pecuária também sentem os efeitos da estiagem que, em alguns locais, já dura mais de 25 dias, deixando pastos e plantações secos.
Segundo a Defesa Civil do Estado, o município mais atingido é Manaquiri, distante cerca de 65 quilômetros de Manaus. O acesso à cidade se dá por estrada e por água. Mas o rio Manaquiri, que banha a cidade, está tão baixo que embarcações maiores não chegam mais até o porto municipal.
Uma das piores consequências da vazante do rio foi a morte de toneladas de peixes de todas as espécies. "Como houve uma grande enchente, não só em Manaus, mas também em vários outros municípios dessa região, os peixes foram para as cabeceiras de lagos, se reproduziram em grande quantidade e, com a vazante, houve essa mortandade pelo pouco espaço e grande quantidade", explicou Herte Rebelo, pesquisador de geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O fenômeno deixou vários quilômetros das margens do rio Manaquiri cobertas por uma camada de peixe podre causando um forte odor e deixando a água sem condições de consumo humano.
Água potável está escassa. A única fonte disponível são as cacimbas e os poços artesianos construídos nas comunidades. Problema maior enfrentam os moradores das áreas mais distantes que têm de andar horas por leitos de lagos e igarapés secos para conseguir água e comprar alimentos.
Escolas paralisadas
Pela dificuldade de locomoção e transporte, 17 escolas da zona rural do município tiveram de paralisar suas atividades, deixando 2,7 mil alunos sem aula. A prefeitura decretou situação de emergência pelo perigo de doenças transmitidas pela água contaminada. "A situação pode ficar pior porque o rio principal (Manaquiri) está em todo o seu percurso com várias barragens (naturais) e logo o ribeirinho não vai poder chegar nem de canoa a lugar nenhum", disse o coordenador da defesa civil de Manaquiri, Denílson Souto. Uma equipe de técnicos da defesa civil estadual está percorrendo todas as comunidades do município para fechar a Avaliação de Danos (Avadan), documento que será entregue à secretaria nacional de defesa civil.
Além do Manaquiri, os municípios de Anamã, que também fica na calhar do rio Solimões, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, os dois situados no rio Negro, estão em situação preocupante, segundo a defesa civil estadual. "Para esses municípios, as primeiras ações que estamos implementando são deslocá-las para um local seguro na sede (do município), melhorar o abastecimento de mantimentos para o município, melhorar o atendimento à saúde básica e fazer o levantamento epidemiológico", disse o secretário estadual de Defesa Civil do Amazonas, Roberto Rocha.
Atravessar o rio Negro leva mais de uma hora
A navegação também já está sendo afetada. A travessia do rio Negro de Manaus até o distrito do Cacau-Pirera, município de Iranduba, que é ligação por estrada para vários municípios, aumentou de 25 minutos para mais de uma hora de duração. O porto de atração teve de ser mudado para um local mais acima do rio, onde as balsas e ferry-boats conseguem chegar sem ficarem encalhados.
Problema parecido acontece com a travessia de Manaus até o porto do Careiro, onde continua a BR 319, ligação para municípios da calha do rio Solimões. A balsa leva cerca de uma hora para fazer a travessia. "É comum a gente ficar encalhado porque a balsa não consegue atracar direito e quando fica cheia de carros pesados, não consegue sair. Isso aqui está ficando insuportável", diz o caminhoneiro José Feliz da Silva.
No município do Careiro da Várzea, um dos principais fornecedores de produtos para a capital, os produtores rurais buscam a recuperação dos prejuízos causados pela maior cheia já registrada no Amazonas. As plantações foram perdidas durante a enchente, que durou até início de julho. Mas agora, os agricultores apostam na qualidade do solo de várzea que passou meses submerso e reapareceu com a vazante.
No início de Setembro, o agricultor Francisco Almeida estava com as reservas no fim. Ele foi um dos que perderam toda a plantação de hortaliças durante a enchente, entre março e agosto. Menos de três meses depois, já conseguiu colher cerca de 2,5 mil melancias germinadas das sementes que recebeu da prefeitura local, uma das ações emergenciais para recuperação da lavoura. "Naquela época, estava quase sem nada. Agora, deu pra recuperar um pouco das economias", disse o agricultor.
Além das sementes, governo estadual e prefeitura do Careiro distribuíram farelo, ração e sal grosso para o gado. "Nós estávamos acostumados a enchente de três, quatro meses, essa última durou seis meses", diz o criador Sidney Passos. Ele cria cerca de 100 cabeças de gado leiteiro. A produção diária vai para fábrica de laticínios da cooperativa de produtores rurais.
O município tem hoje um rebanho de aproximadamente 68 mil cabeçcas e produz em torno de 17 mil litros de leite por mês. Mas essa produção ainda está em torno de 40%. "Na pecuária, o pasto que surgiu quando a água baixou estava muito seco. O processo de recuperação foi mais lento do que na agricultura", explica o gerente do escritório do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário (Idam) do Careiro, Ofir de Souza.
Meteorologia
Para responder às expectativas de pecuaristas, agricultores e ribeirinhos, a meteorologia não é muito otimista. Nos últimos cinco meses, a previsão de chuva abaixo do normal se confirmou. Em julho, agosto e setembro, choveu apenas 30% do esperado para esta época do ano. Os dados do CPRM confirmam que outubro foi menos seco, chovendo 80% da média prevista. Com isso, o nível do rio Negro chegou a parar de baixar.
Mas nos úlitmos dez dias, o rio voltou a descer de maneira incomum. "Em outubro, ele (rio Negro) tinha estabilizado. Mas voltou a descer com força chegando baixar 14 centímetros em um dia", diz Valderino Pereira, engenheiro do Porto de Manaus, responsável pelo acompanhamento da régua de medição do nível do rio. A cota do rio Negro nesta sexta-feira (nos fins de semana, não há medição) está em 16,19 metros.
A menor cota registrada durante a vazante histórica de 2005 foi de 17,59 metros. Logo, fenômenos como de Manaquiri, com a morte de peixes, isolamento de mais comunidades e ações de emergência poderão ser vistas em outras partes do Amazonas, nos próximos meses. O perído chuvoso, o que é chamado popularmente de inverno amazônico, era pra ter começado pelo dia 2 de novembro, o que não aconteceu.
Terra
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Relacionamento estável tem impacto positivo no sono das mulheres
Estudo acompanhou 360 mulheres de diversas etnias

FOTO: FFFFOUND!
Um casamento estável ou parceiro constante está intimamente ligado a uma melhor qualidade do sono em mulheres. Os resultados de uma pesquisa apresentada no SLEEP 2009 mostraram que um relacionamento estável por mais de 8 anos - tempo de acompanhamento do estudo - contribui positivamente para esse melhor padrão de sono.
De acordo com Wendy Troxel, pesquisadora da Universidade de Pittisburgh e autora principal da pesquisa, a qualidade do sono dessas mulheres era melhor em termos objetivos e subjetivos, e os resultados foram bastante positivos, independente da idade, etinia, posição sócio-econômica e fatores ligados à depressão.
"Mulheres que ‘ganharam' um parceiro nesse 8 anos de estudo também mostraram qualidades subjetivas de sono melhores assim como as mulheres casadas. Entretanto essas mulheres com mais tempo de compromisso tinham um sono de descanso melhor. Especulamos que isso pode por conta da necessidade do tempo de ajuste à nova condição de dormir com o parceiro", diz Troxel.
O estudo acompanhou 360 mulheres, de diversas etnias, com idade média de 51 anos. Elas foram acompanhadas em visitas anuais, com monitoração do sono em noites sucessivas, além de usarem monitores de atividade de sono no pulso. Além disso os pesquisadores analisaram histórias pessoais e ficaram atentos à condição dos relacionamentos, observando se elas eram solteiras, casadas ou em fase de transição.
Os resultados da pesquisa mostraram que a felicidade marital pode diminuir os riscos à saúde associados à padrões de sono ruins. "Estabilidade e qualidade do casamento influi diretamente nessa questão e pode ser considerado um fator de proteção para essas mulheres", conclui Troxel.
UOL
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